Setembro Verde

  Doação de órgãos é um ato nobre e generoso, que pode salvar vidas. A campanha Setembro Verde tem o objetivo de conscientizar e orientar a população quanto à importância da doação de órgãos.  O transplante pode ser a única oportunidade para pessoas que precisam de órgãos vitais, como o coração, ou para devolver a […]

 

Doação de órgãos é um ato nobre e generoso, que pode salvar vidas. A campanha Setembro Verde tem o objetivo de conscientizar e orientar a população quanto à importância da doação de órgãos. 

O transplante pode ser a única oportunidade para pessoas que precisam de órgãos vitais, como o coração, ou para devolver a qualidade de vida, como no caso de transplante renal.  A doação pode ser de órgãos ou tecidos e, em alguns casos, entre pessoas vivas. 

No caso da doação de órgãos após o falecimento, este somente é realizado quando há a confirmação do diagnóstico de morte encefálica, definida como a perda completa e irreversível das funções cerebrais com a cessação das funções corticais e de tronco cerebral. 

Quando há morte cerebral, sem parada cardiorrespiratória, pode ser realizada doação de todos os órgãos e tecidos passíveis de doação. No entanto, nos casos em que a morte foi constatada por critérios cardiorrespiratórios, somente podem ser doados os tecidos, como córnea, vasos, pele, ossos e tendões.

O fator determinante para identificar se o órgão é viável para transplante é o estado de saúde do doador. Além disso, são pré-estabelecidos para a doação alguns critérios restritivos, como causa da morte, presença de doenças infecciosas ativas, pessoas sem documentação e os menores de 18 anos sem a autorização dos responsáveis.

Após a confirmação da morte encefálica, há necessidade de autorização da família e, em seguida, é feita a localização de um receptor compatível. A retirada dos órgãos para transplante é realizada em centro cirúrgico, por equipe de cirurgiões autorizada pelo Ministério da Saúde e com treinamento específico para esse tipo de procedimento. Depois disso, o corpo é liberado para os familiares sem qualquer sinal visível da retirada realizada. 

Os órgãos são direcionados para pacientes que aguardam em uma lista de espera única, sendo a posição nesta lista determinada com base em critérios, como tempo de espera e urgência do procedimento. A compatibilidade entre doador e receptor é determinada por exames laboratoriais.

Um dos principais fatores limitadores à doação de órgãos é a baixa taxa de autorização da família do doador. Há casos em que a doação não é realizada pela falta de autorização dos familiares, mesmo sendo a pessoa um potencial doador. Por isso é extremamente importante conversar sobre o assunto em família, para que todos saibam do desejo de doar órgãos.

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