Novembro Azul: saúde do homem

  No mês da campanha de conscientização sobre o câncer de próstata, é importante também falarmos sobre outras doenças que afetam os homens. Quando falamos em doença da próstata é muito comum pensarmos imediatamente no câncer, mas existem outras patologias que podem acometer essa glândula, como a prostatite e a hiperplasia de próstata. Não há […]

 

No mês da campanha de conscientização sobre o câncer de próstata, é importante também falarmos sobre outras doenças que afetam os homens.

Quando falamos em doença da próstata é muito comum pensarmos imediatamente no câncer, mas existem outras patologias que podem acometer essa glândula, como a prostatite e a hiperplasia de próstata. Não há relação entre câncer e prostatite. Uma não leva à outra, embora possam existir concomitantemente na mesma glândula.

Prostatite é uma infecção e/ou inflamação da glândula prostática que se desenvolve a partir da entrada de bactérias pela uretra e que se alojam nos lobos da próstata. Pode ocorrer em homens de qualquer idade, sendo mais frequente no adulto e no idoso.

 Os sinais e sintomas da prostatite assemelham-se aos da infecção urinária, com dor e ardência ao urinar, urgência miccional, maior frequência urinária, febre, presença de sangue na urina no final da micção e dor perineal.  

Pode ser diagnosticada basicamente com exames de urina e sangue, que sinalizam o processo infeccioso em atividade, além da existência de alterações no exame físico realizado pelo médico.

Para o tratamento são utilizados antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos para controle dos sintomas, podendo ser necessária internação em casos mais graves.

A hiperplasia prostática benigna é muito mais frequente depois dos 50 anos de idade. A causa exata não é conhecida, mas estudos apontam que pode estar associada às alterações causadas por hormônios (di-hidrotestosterona/ testosterona).

Com o aumento gradativo da próstata, a uretra fica comprimida podendo ocorrer o bloqueio do fluxo de urina. Assim, após a micção, pode não ocorrer o esvaziamento completo da bexiga. Consequentemente a urina fica estagnada na bexiga, com maior suscetibilidade para desenvolver infecções do trato urinário e cálculos na bexiga. 

Os sintomas incluem dificuldade de urinar, jato de urina fraco e intermitente, esvaziamento incompleto da bexiga, aumento da frequência de urinar, mudança no ritmo miccional e urgência.

O tratamento é determinado pelo médico, de acordo com o estágio da doença e a sintomatologia. O uso de medicamento para retenção urinária e cirurgia podem ser necessários.

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