Dia Mundial da Esclerose Múltipla

  No próximo dia 30 será celebrado o Dia Mundial da Esclerose Múltipla. Esta campanha tem como objetivo informar a população e alertar para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. O número estimado de pessoas com Esclerose Múltipla no mundo aumentou de 2,1 milhões em 2008 para 2,3 milhões em 2013.  A […]

 

No próximo dia 30 será celebrado o Dia Mundial da Esclerose Múltipla.

Esta campanha tem como objetivo informar a população e alertar para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado.

O número estimado de pessoas com Esclerose Múltipla no mundo aumentou de 2,1 milhões em 2008 para 2,3 milhões em 2013.  A taxa de prevalência e incidência da doença varia conforme a geografia do país. Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla cerca de 40 mil pessoas convivem com este diagnóstico no Brasil.

A esclerose múltipla é uma doença crônica que compromete o sistema nervoso central. Ocorre quando o sistema imunológico ataca anormalmente a capa protetora (bainha de mielina) que reveste os prolongamentos dos neurônios, denominados axônios, responsáveis por conduzir os impulsos elétricos do sistema nervoso central para o corpo, causando inflamação e danos ao sistema nervoso central.

Trata-se de uma doença com predominância em mulheres, na faixa etária entra 20 e 40 anos. Entre os fatores de risco estão a predisposição genética, fatores ambientais, bem como infecções virais (vírus Epstein Barr), exposição ao sol, exposição ao tabagismo e obesidade. Novos estudos apontam também contato com solventes orgânicos como fator de risco.

A inflamação nas células cerebrais compromete as funções coordenadas pelo cérebro, cerebelo, tronco encefálico e medula espinhal.

Assim surgem os sintomas comuns da doença, como fadiga, dormências ou formigamentos, dor ou queimação na face, visão borrada, mancha escura no centro da visão de um olho, visão dupla, perda da força muscular, dificuldade para andar, espasmos e rigidez muscular, falta de coordenação dos movimentos, tonturas e desequilíbrios, dificuldade de controle da bexiga ou intestino, problemas de memória, de atenção, do processamento de informações, alterações de humor, depressão e ansiedade.

O tratamento tem como base a utilização de medicamentos imunomoduladores, que faz ajustes em algum aspecto do sistema imunológico, e imunossupressores, que tem como objetivo reduzir a ativação ou eficácia do sistema imunológico. Em situações especiais indica-se o transplante de células tronco hematopoiéticas. O objetivo é combater o surgimento de lesões no sistema nervoso central, a ocorrência de surtos, o acúmulo de sequelas e a progressão das dificuldades neurológicas.

 O tratamento adequado dependerá da indicação médica, assim como da escolha do paciente e seus familiares.

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